Nova York começa a cobrar pedágio de veículos para tentar reduzir trânsito

Medida começou a valer neste domingo (05) em Manhattan e a zona de restrição inclui diversos pontos turísticos, começando no Central Park e indo até o sul da ilha, em Wall Street. A cidade de Nova York começou a cobrar pedágio dos motoristas que querem dirigir em parte de Manhattan, incluindo pontos turísticos famosos, como os bairros do Village e Chelsea, o edifício Empire State e a região de Wall Street.
A medida passou a valer neste domingo (05).


A zona de cobrança automática em Manhattan cobre toda a parte central e sul da ilha, em todas as ruas abaixo da rua 60, na divisa do Central Park.


Cerca de 700 mil veículos circulam pela região todos os dias, de acordo com a secretaria de transportes municipal. A velocidade média caiu de 14,6 km/h em 2010 para 11,4 km/h em 2024.


Bairros como Midtown, Village, Chinatown, High Line, Chelsea e Wall Street, entre outros, estão na área com cobrança de pedágio.


Vias expressas nas margens de Manhattan, como a West Side Highway, FDR Drive e o túnel Hugh L. Carey, estão fora da área de cobrança.


A medida visa reduzir o trânsito local, reduzir as emissões de gases poluentes e melhorar a qualidade de vida da população, de acordo com a prefeitura da cidade.


O presidente eleito Donald Trump prometeu acabar com o programa quando assumir o cargo em 20 de janeiro, mas não está claro se ele seguirá adiante.


O plano havia parado durante seu primeiro mandato enquanto aguardava uma revisão ambiental federal.
Em novembro, Trump, cuja Trump Tower está na zona de pedágio, disse que a cobrança “colocará a cidade de Nova York em desvantagem sobre as cidades e estados concorrentes, e as empresas fugirão”.


Para carros de passeio e pequenos veículos comerciais, os valores cobrados serão de US$ 9 (cerca de R$ 55,60 na cotação de 3 de janeiro) em horário de pico e de US$ 2,25 (R$ 13,90) fora do horário de pico.
Táxis e veículos de transporte por aplicativo terão uma cobrança adicional a ser paga pelos passageiros por viagem.


O valor é de US$ 0,75 (R$ 4,73) para os táxis e transporte executivo e de US$ 1,50 (R$ 9,27) para carros pedidos por apps.


Motos vão pagar US$ 4,50 (R$ 27,80) no horário de pico e US$ 1,05 (R$ 6,49) fora do pico.
Para caminhões e ônibus, os valores variam de acordo com o porte do veículo e vão de US$ 14,40 (R$ 89) a US$ 21,60 (R$ 133) no horário de pico e US$ 3,60 (R$ 22,2) a US$ 5,40 (R$ 33,3) fora do horário de pico.
Cada veículo será cobrado apenas uma vez por dia pelo sistema eletrônico EZ-Pass.


Não há sistema de cobrança manual e veículos sem o EZ-Pass receberão a cobrança pelo correio (os valores são maiores e não foram informados).


Os valores arrecadados irão ser aplicados em melhorias na infraestrutura de transporte público, segundo a prefeitura. Os preços do pedágio devem subir em 2028 e 2031, de acordo com o cronograma da secretaria de transportes.


Zona de restrição de tráfego com cobrança de pedágio em Manhattan
Reprodução/MTA


Placa de trânsito indicando a zona de cobrança de pedágio em Manhattan
Adam Gray/Reuters


Câmeras de leitura de placas de carros e sistema de cobrança automático do pedágio em Manhattan
Adam Gray/Reuters


Reveja a chegada de 2025 na Times Square, em Nova York

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Medida começou a valer neste domingo (05) em Manhattan e a zona de restrição inclui diversos pontos turísticos, começando no Central Park e indo até o sul da ilha, em Wall Street. A cidade de Nova York começou a cobrar pedágio dos motoristas que querem dirigir em parte de Manhattan, incluindo pontos turísticos famosos, como os bairros do Village e Chelsea, o edifício Empire State e a região de Wall Street.
A medida passou a valer neste domingo (05).


A zona de cobrança automática em Manhattan cobre toda a parte central e sul da ilha, em todas as ruas abaixo da rua 60, na divisa do Central Park.


Cerca de 700 mil veículos circulam pela região todos os dias, de acordo com a secretaria de transportes municipal. A velocidade média caiu de 14,6 km/h em 2010 para 11,4 km/h em 2024.


Bairros como Midtown, Village, Chinatown, High Line, Chelsea e Wall Street, entre outros, estão na área com cobrança de pedágio.


Vias expressas nas margens de Manhattan, como a West Side Highway, FDR Drive e o túnel Hugh L. Carey, estão fora da área de cobrança.


A medida visa reduzir o trânsito local, reduzir as emissões de gases poluentes e melhorar a qualidade de vida da população, de acordo com a prefeitura da cidade.


O presidente eleito Donald Trump prometeu acabar com o programa quando assumir o cargo em 20 de janeiro, mas não está claro se ele seguirá adiante.


O plano havia parado durante seu primeiro mandato enquanto aguardava uma revisão ambiental federal.
Em novembro, Trump, cuja Trump Tower está na zona de pedágio, disse que a cobrança “colocará a cidade de Nova York em desvantagem sobre as cidades e estados concorrentes, e as empresas fugirão”.


Para carros de passeio e pequenos veículos comerciais, os valores cobrados serão de US$ 9 (cerca de R$ 55,60 na cotação de 3 de janeiro) em horário de pico e de US$ 2,25 (R$ 13,90) fora do horário de pico.
Táxis e veículos de transporte por aplicativo terão uma cobrança adicional a ser paga pelos passageiros por viagem.


O valor é de US$ 0,75 (R$ 4,73) para os táxis e transporte executivo e de US$ 1,50 (R$ 9,27) para carros pedidos por apps.


Motos vão pagar US$ 4,50 (R$ 27,80) no horário de pico e US$ 1,05 (R$ 6,49) fora do pico.
Para caminhões e ônibus, os valores variam de acordo com o porte do veículo e vão de US$ 14,40 (R$ 89) a US$ 21,60 (R$ 133) no horário de pico e US$ 3,60 (R$ 22,2) a US$ 5,40 (R$ 33,3) fora do horário de pico.
Cada veículo será cobrado apenas uma vez por dia pelo sistema eletrônico EZ-Pass.


Não há sistema de cobrança manual e veículos sem o EZ-Pass receberão a cobrança pelo correio (os valores são maiores e não foram informados).


Os valores arrecadados irão ser aplicados em melhorias na infraestrutura de transporte público, segundo a prefeitura. Os preços do pedágio devem subir em 2028 e 2031, de acordo com o cronograma da secretaria de transportes.


Zona de restrição de tráfego com cobrança de pedágio em Manhattan
Reprodução/MTA


Placa de trânsito indicando a zona de cobrança de pedágio em Manhattan
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Adam Gray/Reuters


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